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Portugal tem 17 empresas de novas tecnologias nos EUA PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Webmaster   
Quarta, 31 Março 2010 15:53

TecnologiasUm total de 17 empresas portuguesas de novas tecnologias já têm escritórios nos Estados Unidos, dedicando-se a «nichos de mercado» que vão desde «software» a tecnologias de saúde, afirmou à Lusa o presidente do AICEP - Portugal Global.

«Estas empresas têm conquistado progressivamente nichos de mercado importantes, designadamente no domínio do software para a indústria da saúde, tecnologias de interação, soluções inovadoras de software financeiro e industrial», disse Basílio Horta.

O presidente do AICEP esteve recentemente nos Estados Unidos, na abertura de uma missão empresarial - no período de 13 a 19 do corrente mês - e foi até Sillicon Valley, na Califórnia, considerado um dos principais centros para empresas de base tecnológica a nível mundial.

Na missão participaram diversas empresas de tecnologias, como BetterSoft, Brisa - Inovação e Tecnologia, Lógica, Soft Limits, Vortal, Whatever SGPS e Wedo Technologies.

«São empresas portuguesas com elevado potencial de internacionalização e relativamente às quais, a inovação estratégica pode desempenhar um papel importante no seu futuro. (...) Houve enfoque nas pequenas e médias empresas, tecnologias de informação, energia, biotecnologia e eletromecânica, além de organismos públicos associados à inovação e modernização da economia», referiu Basílio Horta.

No final, a Leadership celebrou um acordo para promover a instalação de empresas portuguesas no Plug and Play, uma incubadora de empresas, e o trabalho conjunto para obter apoio do governo português e das grandes empresas portuguesas à instalação de um centro de empresas portuguesas em Silicon Valley.

As potencialidades do estado da Califórnia e a retoma da economia norte-americana animam o presidente do AICEP, interessado em captar investimento para Portugal.

«O crescimento económico dos Estados Unidos é um dado encorajador que nos permitem inferir que 2010 possa vir a ser um ano de retoma, com impacto positivo em Portugal», disse à Lusa.

A nova orgânica do AICEP contempla um Centro de Negócios na capital financeira norte-americana, coordenando as actividades não só nos Estados Unidos, mas também no Canadá e no México, todos os três países que integram o mercado NAFTA (Tratado Norte-Americano de Livre Comércio).

No ano passado os resultados das exportações portuguesas foram negativos - menos 24 por cento - mas «embora o euro se tenha mantido a um nível bastante elevado no último trimestre de 2009, verificou-se uma clara desaceleração desta tendência nos últimos meses», referiu Basílio Horta.

Em Janeiro, segundo dados do INE citados pelo presidente do AICEP, a subida das exportações para os Estados Unidos foi de 54,1 por cento.

 

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